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Ogundana: O Alabê de Jerusalém

Título: Ogundana: O Alabê de Jerusalém

Autor: Altay Veloso

Sinopse: Ogundana o Alabê de Jerusalém é um africano nascido há dois mil anos na cidade de Ifé. Quando completa 12 anos de idade, sai de sua aldeia e segue em direção ao norte da África, passando por várias nações, até que um dia chega às margens do Rio Nilo. Quando Nilo desemboca no Mediterrâneo, ele está com 20 anos de idade. Um dia, durante sua passagem pelo Reino da Núbia, ele encontra um centurião romano ferido. Ele torna-se amigo do oficial que o convida a ir para Roma. Em Roma, por conta de seus conhecimentos sobre os poderes medicinais das ervas, ciência herdada por ele dos sábios de sua tribo, passa a receber soldo do exército romano para cuidar dos doentes e feridos. Quando Pôncio Pilatos é designado governador da Judéia, Ogundana já tem 25 anos de idade e vai para Cesaréia como terapeuta das tropas de Pôncio Pilatos. Lá, ele conhece o grande amor de sua vida, uma mulher judia da comunidade essênea chamada Judith. Um dia, Judith o convida a ir a Galiléia visitar uma amiga de infância, e lá, Ogundana conhece Jesus Cristo, se encanta ao ouvir o Sermão da Montanha. Daí em diante, apaixonado pelos ensinamentos do Mestre, acompanha seus passos em Jerusalém até o Gólgota.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ogundana: O Alabê de Jerusalém”, de Altay Veloso, publicado pela editora Avatar, em 2004 e com 226 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Avatar

Páginas: 226

Ano: 2004

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Avatar oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e muitas vezes sombrias, onde o horror e o sobrenatural se entrelaçam com temas de sobrevivência e espiritualidade. O catálogo revela um interesse por histórias que exploram epidemias apocalípticas e psicopatias violentas, assim como por tradições esotéricas e práticas místicas, como runas e numerologia. O tom varia entre o gráfico e visceral, especialmente nas histórias em quadrinhos, e o reflexivo, em obras que abordam temas espirituais e terapêuticos. Há uma tensão constante entre o realismo cru e o fantástico, com personagens que enfrentam crises extremas em ambientes urbanos ou selvagens.

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