
Título: “Oh Esta É a Criatura Que Não Existe”: Harold Rosenberg
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: Os poemas modernos são muitas vezes anotações a uma atividade experimental secreta conduzida pelo poeta com o propósito – segundo a frase de Rilke – de “transformar a terra”. A atividade continua, quer produza poemas, quer não, embora possamos assumir que se altera quando a anotação começa, pelo processo de se observar a si mesma e pela intervenção da linguagem. Enquanto registo de acontecimentos e combinações que assim são trazidos à luz, o poema aponta não para si mesmo como um objeto mas para o processo em que teve origem e para as “novas realidades” nascidas com ele. Envolvido na manufatura de seu próprio assunto, um tal poema parece muito afastado do tipo tradicional em que uma paisagem ou uma história amorosa é usada para “fazer” a obra de acordo com uma ideia pré-estabelecida quanto ao que é um bom poema.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. ““Oh Esta É a Criatura Que Não Existe”: Harold Rosenberg”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Chão da feira, em 2015 e com 5 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Chão da feira
Páginas: 5
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora CHAO DA FEIRA oferecem uma experiência de leitura marcada pela reflexão filosófica e estética, frequentemente atravessada por imagens em movimento e pensamento. O catálogo privilegia obras que exploram a relação entre linguagem, corpo e sensibilidade, com textos que transitam entre o ensaio, a poesia e a performance, propondo uma leitura atenta ao ritmo e à materialidade da palavra. Há um interesse constante em temas como a transformação política do sensível, a comunicação entre espécies, e a tensão entre o visível e o invisível. O tom dos livros varia entre o contemplativo e o experimental, com narrativas que convidam o leitor a se posicionar entre as imagens e os conceitos, em um espaço aberto à fabulação e ao questionamento.
