
Título: Oposicionalidade. O Elemento Hermenêutico e a Filosofia
Autor: Gunter Figal
Sinopse: Nas páginas deste livro encontra-se uma obra que honra, com plenitude, o melhor da tradição hermenêutica, iniciada através dos pensamentos de Schleiermacher e Dilthey e mantida até Heidegger e Gadamer. Em Oposicionalidade, Günter Figal reconstrói a idéia de uma identidade hermenêutica sobre a relação tensa entre aquele que conhece e o modo de ser das coisas que se contrapõem. De forma gradativa o autor constrói um projeto hermenêutico e fenomenológico, enquanto se confronta com grandes temas tradicionais, por isso, o livro nasce com elementos do pensamento clássico e, ainda assim, revela um horizonte uno e polifônico.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Oposicionalidade. O Elemento Hermenêutico e a Filosofia”, de Gunter Figal, publicado pela editora Editora Vozes, em 2008 e com 456 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Editora Vozes
Páginas: 456
Ano: 2008
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532635288
ISBN13: 9788532635280
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,618
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,10
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Vozes oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e acessibilidade, com foco em temas religiosos, filosóficos e sociais. A maior parte das obras dialoga com a tradição cristã, especialmente o catolicismo, abordando desde fundamentos teológicos e hermenêuticos até reflexões sobre espiritualidade e práticas pastorais. Além disso, o catálogo inclui textos que exploram a antropologia cultural, sociologia da religião e educação, com uma linguagem que varia entre o didático e o ensaístico, sempre com atenção ao contexto histórico e cultural. Há obras que propõem exercícios práticos, como vivências para o desenvolvimento pessoal, e outras que se dedicam à análise crítica e interdisciplinar, indicando um equilíbrio entre abordagens mais narrativas e outras mais informativas.
