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Opúsculo Humanitário

Título: Opúsculo Humanitário

Autor: Nísia Floresta

Sinopse: Ela era uma mulher de muitos nomes, também de muitas vidas. A sua preocupação maior, o sonho pelo qual lutou por tanto quanto teve de energias, foi o de elevar a mulher brasileira à plenitude de suas potencialidades humanas. Dionísia Pinto Lisboa, ou Dionísia Gonçalves Pinto, ou Nisia Floresta Brasileira Augusta, ou apenas Nisia Floresta, como simplificadamente a têm identificado os raros e rarefeitos estudos que a mencionam, morreu fora do seu pais, em 1885.(...) O Opúsculo Humanitário retorna à sua segunda edição nada menos que 136 anos depois de ter escandalizado as brasileiras e brasileiros dos tempos imperiais. Nele está contida, em sua forma mais elaborada, a tese de Nisia Floresta como educadora feminista e reformadora social. Indiscutivelmente também - descontado o encantamento romântico próprio do seu estilo, a sedução de que era possuído todo o romantismo brasileiro, privilegiadameme coevo de um pais que construía, também de forma romântica, o seu sonho de independência - o arcabouço das idéias de Nísia Floresta será ainda um desafio à contemporaneidade nacional.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Opúsculo Humanitário”, de Nísia Floresta, publicado pela editora Cortez Editora/ INEP, em 1853 e com 164 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Cortez Editora/ INEP

Páginas: 164

Ano: 1853

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8524901659

ISBN13: 9788524901652

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Nisia Floresta traz à tona um diálogo entre o passado e o presente, onde o tom lírico e romântico se entrelaça com uma crítica social aguda e corajosa. A autora constrói suas reflexões com ritmo ponderado, que alterna entre a defesa apaixonada da educação feminina e a análise histórica da condição da mulher, criando uma tensão entre o ideal e a realidade de sua época. O foco é profundamente intelectual, mas permeado por um afeto materno e uma preocupação prática, especialmente quando se dirige à filha em formato epistolar. O leitor é convidado a navegar entre ensaios, manifestos e conselhos que questionam o papel da mulher na sociedade, a opressão patriarcal e a urgência da emancipação, deixando uma pergunta persistente sobre o quanto essas lutas ainda ecoam hoje. Em meio a uma prosa que pode parecer por vezes distante, há também uma sedução romântica que suaviza o discurso, tornando a experiência de leitura tanto um desafio quanto um convite à reflexão.

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