
Título: Oriki orixá (Signos)
Autor: Antonio Riserio
Sinopse: Oriki é o canto para chamar a si um deus iorubano (o orixá) através de uma síntese "ideogramática" de seus atributos. Ao se propor a traduzir orikis Antonio Risério enfrenta brilhantemente um duplo desafio: o de resgatar e integrar à poética literária em língua portuguesa a poesia oral das tradições afro-brasileiras (sem negligenciar nenhuma referência ao contexto sócio-cultural e o modus-operandi ritualístico); e, ao fazê-lo, procurar reconstruir em nossa língua os ritmos e sons do ioruba, em uma proeza poética que recebe em prefácio o endosso entusiasmado de Augusto de Campos. Ao final da leitura de Oriki Orixá, mais do que o resgate de uma tradição oral que se dilui fica a impressão de que Risério desentranha raízes fortes e secretas da cultura brasileira.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Oriki orixá (Signos)”, de Antonio Riserio, publicado pela editora Perspectiva, em 2020 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Perspectiva
Páginas: 192
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 852730080X
ISBN13: 9788527300803
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,214
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 14,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
