
Título: Os Caminhos de Epicuro
Autor: Miguel Spinelli
Sinopse: Os caminhos de Epicuro contêm o sucesso e os infortúnios de sua doutrina no desenrolar histórico de sua construção. Com ela se deu um fenômeno curioso: agregou no tempo faces e nuances que em sua origem não teve, incorporou falas que Epicuro não proferiu, promoveu ações que ele jamais fez ou indicou que se fizesse; por falta de recolhimento crítico e de vigilância canônica, perdeu a identidade e, sobretudo, a autoridade. O que Cícero disse em Roma (séc. I a.C.) serve bem de ilustração: “Não é fácil explicar [constatou] como uma doutrina, que entre nós se faz passar por voluptuosa, cheia de dengos e de molengas, detenha uma disciplina tão séria, contida e severa” (De finibus, I, XI, 37). Os caminhos de Epicuro, de Cólofon a Mitilene, depois em Atenas e em Roma, não foram fáceis.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Os Caminhos de Epicuro”, de Miguel Spinelli, publicado pela editora Edições Loyola, em 2009 e com 416 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 416
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515019051
ISBN13: 9788515019052
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,406
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 2,60
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
