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Os intelectuais e o liberalismo

Título: Os intelectuais e o liberalismo

Autor: Raymond Boudon

Sinopse: Como se explica que haja tantos mal-entendidos à volta do liberalismo, a doutrina política a que se deve a afirmação da liberdade, da dignidade e da autonomia dos seres humanos, a proclamação dos direitos do homem, a defesa de uma ordem política em que este seja actor consciente das suas condições de vida? Como se explica, então, que tantos intelectuais o rejeitem? Será apenas pela função crítica que cumpre aos intelectuais, função encorajada, aliás, pelo espírito liberal nas sociedades livres e plurais em que o liberalismo triunfou? Será por o liberalismo ser a referência relativamente à qual se definem as posições revolucionárias e reaccionárias? Esclarecendo os equívocos que hoje se verificam à volta do liberalismo, desmontando os chavões em que assentam as críticas mal informadas que lhe são dirigidas, Raymond Boudon faz uma recapitulação cáustica e pormenorizada das ideias feitas que desde há trinta anos, pelo menos, confundem e viciam o debate político e estão na origem de trágicos efeitos perversos, particularmente nos domínios da política educativa, da política económica ou ainda da política de luta contra a delinquência.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os intelectuais e o liberalismo”, de Raymond Boudon, publicado pela editora Gradiva, em 2005 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Gradiva

Páginas: 144

Ano: 2005

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9896160163

ISBN13: 9789896160166

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Raymond Boudon conduz a um mergulho denso e analítico no campo da sociologia e da filosofia social, onde o ritmo é mais pausado e reflexivo do que acelerado. A prosa tende a ser clara, porém repleta de conceitos que exigem atenção, com um tom que oscila entre o crítico e o explicativo. A experiência é marcada por um foco intelectual rigoroso, que desafia o leitor a acompanhar a desmontagem de ideias feitas e a reavaliação de conceitos complexos, como o liberalismo, relativismo e valores sociais. A tensão surge da confrontação entre posições estabelecidas e a necessidade de questionamento, deixando no ar perguntas sobre a racionalidade das ações humanas e as bases das desigualdades sociais. Há uma constante construção de pensamento que privilegia o individualismo metodológico e a análise detalhada de temas sociais, sem apelar para simplificações.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Gradiva costumam explorar temas densos e reflexivos, com uma forte presença de obras que discutem filosofia, ciência e história em profundidade. A experiência de leitura tende a ser intelectual e instigante, muitas vezes combinando rigor teórico com linguagem acessível, como é o caso de textos que abordam a filosofia da mente ou a história das ideias. Além disso, há títulos que trazem relatos históricos e ensaios que dialogam com acontecimentos contemporâneos e passados, oferecendo perspectivas críticas sobre política, sociedade e cultura. O catálogo apresenta tanto obras mais narrativas, que contam histórias humanas e sociais, quanto trabalhos mais informativos e didáticos, voltados para estudantes e leitores interessados em compreender conceitos complexos. Essa diversidade cria um contraste interessante entre textos que convidam à reflexão profunda e outros que estruturam o conhecimento de forma clara e prática.

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