
Título: Ouvindo Cézanne, Degas, Renoir
Autor: Ambroise Vollard
Sinopse: Os três retratos presentes neste livro são tão vívidos pelo simples fato de que Vollard se dispõe a ouvir suas idéias sobre pintura e sobre pintores, com as vantagens inestimáveis de ter usado o melhor momento para fazer as perguntas e ter sabido o que perguntar. Como as telas de seus interlocutores, ele usa os diversos pontos de vista para multiplicar em vez de dividir. Mas o que vale no livro são as declarações de cada pintor. Cézanne critica Manet porque trabalha ‘fácil’. Diz que Van Gogh pinta como louco. Exalta Ingres. Degas detesta Ingres. Também reclama de Manet, especialmente do tardio. E se irrita com a mania de pintar ao ar livre. Há também o que os outros dizem deles. De fofocas invejosas a comentários técnicos, o que este livro traz, é a prova de que um gênio só existe quando existe alguém para ouvi-lo. E entendê-lo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ouvindo Cézanne, Degas, Renoir”, de Ambroise Vollard, publicado pela editora Civilização Brasileira, em 2000 e com 319 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Civilização Brasileira
Páginas: 319
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8520005055
ISBN13: 9788520005057
Sobre a editora
Os livros da editora Civilização Brasileira apresentam uma experiência de leitura que transita entre o rigor histórico, a análise social e a literatura de qualidade. O catálogo reúne obras que exploram desde a formação política e social do Brasil até reflexões filosóficas e ensaios críticos, muitas vezes com um viés marxista ou político, mas também com espaço para literatura e poesia. A diversidade temática inclui estudos detalhados sobre períodos históricos, biografias, e análises culturais, com textos que combinam densidade conceitual e linguagem acessível, favorecendo leitores interessados em aprofundar seu entendimento sobre o Brasil e o mundo. O tom dos livros varia entre o didático e o narrativo, com algumas obras adotando uma abordagem mais interpretativa e outras privilegiando a pesquisa documental.
