
Título: Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule
Autor: Édouard Louis
Sinopse: Criado no seio de uma família da classe trabalhadora, na Picardia, interior da França, Eddy não é igual às outras crianças. Os seus modos, a sua maneira de falar e a sua delicadeza valeram-lhe humilhações, ameaças e a incompreensão, tanto por parte dos colegas de escola, como do pai, «um duro», alcoólico e irascível, e da mãe, uma mulher cansada e alheada. Eddy cresce assim, preso na contradição de tanto gostar como odiar a pessoa que é, do fascínio e asco pelos seus desejos mais íntimos, de querer a liberdade de uma outra vida, mas nunca conseguindo colocar verdadeiramente de parte o seu amor pelos pais. Primeiro romance de Edouard Louis, que lhe valeu o imediato aplauso da crítica e a fama internacional, Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule é um livro audacioso, feito de memória pessoal e de ficção, um romance temerário e franco, que procura responder à derradeira pergunta: como pode cada um de nós inventar a sua própria liberdade?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule”, de Édouard Louis, publicado pela editora Elsinore, em 2022 e com 188 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Elsinore
Páginas: 188
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9895649479
ISBN13: 9789895649471
Sobre a editora
Os livros da editora Elsinore costumam oferecer uma experiência de leitura intensa e multifacetada, que atravessa tanto a introspecção psicológica quanto o retrato social e histórico. As narrativas frequentemente exploram relações humanas complexas, como famílias disfuncionais ou comunidades à margem, e envolvem personagens que enfrentam conflitos internos profundos ou contextos sociais tensos, como guerras ou transformações culturais. O tom varia entre o lírico e o cru, com alguns textos adotando um fluxo de consciência fragmentado, enquanto outros apresentam vozes coletivas que revelam múltiplas perspectivas. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras de ficção literária e ensaios reflexivos que questionam o futuro da humanidade, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto marcado por tensão crescente.
