
Título: Passaporte Para A China
Autor: Lygia Fagundes Telles
Sinopse: Em Passaporte para a China, Lygia Fagundes Telles, a grande dama da literatura brasileira reúne pela primeira vez em livro crônicas de viagem publicadas na imprensa em 1960, com impressões pitorescas e poéticas sobre a China, o Brasil e os paradoxos do mundo moderno. Em 1960, delegações de todo o mundo participaram da festa do 11º aniversário do socialismo chinês. Embora não se considerasse comunista, Lygia Fagundes Telles foi incluída no grupo brasileiro e resolveu enfrentar o pânico dos "aviões a jato".Antes de embarcar, ela recebeu outra proposta: enviar relatos da viagem para o jornal Última Hora. Daí surgiram 29 crônicas, que formam um instrutivo, comovente e divertido diário de bordo, ambientado em várias cidades.O olhar curioso, irônico e delicado se demora em paisagens, monumentos, roupas, costumes. Mas as crônicas também nascem do convívio com o povo e com detalhes do cotidiano. Além das anotações de viagem, encontram-se evocações literárias, recordações de infância e reflexões sobre o país natal, do qual a escritora jamais se esquece. O livro conta ainda com um pequeno caderno de fotos tiradas durante a viagem.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Passaporte Para A China”, de Lygia Fagundes Telles, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2011 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 112
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535919651
ISBN13: 9788535919653
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,173
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
