
Título: Pastorale americana
Autor: Philip Roth
Sinopse: « Pastorale americana è un romanzo di quattrocento pagine che finisce con un punto interrogativo. Questo è ciò che lo rende grande». «The New Yorker» *** Seymour Levov è alto, biondo, atletico: al liceo lo chiamano «lo Svedese». Ebreo benestante e integrato, ciò che pare attenderlo negli anni Cinquanta è una vita di successi professionali e di gioie familiari. Finché le contraddizioni del conflitto in Vietnam, esplose negli Stati Uniti, non coinvolgono anche lui, e nel modo piú devastante: attraverso l'adorata figlia Merry, decisa a «portare la guerra in casa». Letteralmente. Ma Pastorale americana non si esaurisce nell'allegoria politica; è un libro sulla vecchiaia, sulla memoria, sull'intollerabilità di certi ricordi. Lo scrittore Nathan Zuckerman, fin dall'adolescenza affascinato dalla vincente solarità dello Svedese, sente la necessità di narrarne la caduta. E ciò che racconta è il rovesciamento della pastorale americana: un grottesco Giudizio Universale in cui i Levov, e i lettori, assistono al crollo dell'utopia dei giusti, al trionfo della rabbia cieca e innata dell'America.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pastorale americana”, de Philip Roth, publicado pela editora Einaudi, em 2012 e com 425 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Einaudi
Páginas: 425
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: italiano
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Einaudi oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre o romance psicológico, o suspense e o ensaio filosófico. O catálogo privilegia personagens complexos, muitas vezes imersos em dilemas morais, conflitos íntimos e contextos históricos ou sociais rigorosamente delineados. A linguagem costuma ser precisa e elaborada, com um ritmo que ora convida à reflexão pausada, ora instiga a tensão crescente, como em histórias policiais ou dramas familiares. Há também uma atenção recorrente à dimensão humana, seja por meio de retratos de relações interpessoais delicadas ou pela exploração de temas como justiça, memória e identidade.
