
Título: Payá - eterna arte de Paiaçar
Autor: Marcos Frota
Sinopse: Payá é um curumim (menino). Não é bonito, nem guerreiro nem caçador. Ama Cólon, a cunhã (moça) mais linda e formosa da aldeia. Mas Cólon despreza o amor de Payá e pede que ele se afaste dela. Muito triste, Payá olha para as águas claras do rio e se enxerga artista, com o dom de alegrar os outros. Volta para a aldeia, mas Cólon havia ido embora, feliz, com um bravo guerreiro. Para aliviar sua dor, Rudá, deus do amor, o faz dormir por cem anos. Ao acordar, Payá se vê numa cidade, entre crianças que brincam e o levam para um pequeno circo, onde ele, como palhaço, pôde ser feliz e fazer os outros felizes.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Payá – eterna arte de Paiaçar”, de Marcos Frota, publicado pela editora Letra Selvagem e em 2022, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Letra Selvagem
Páginas:
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9786589841098
ISBN13: 9786589841098
Sobre a editora
Os livros da editora LETRA SELVAGEM convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre a memória afetiva, a história social e reflexões profundas sobre a condição humana. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom contemplativo, ora lírico, ora crítico, que privilegia o detalhamento de personagens e contextos, muitas vezes em cenários brasileiros ou em diálogos com outras culturas e tempos. O catálogo sugere uma preferência por obras que exploram conflitos internos e coletivos, com ritmo que varia do ensaio biográfico à prosa poética e ao drama histórico, sempre com uma linguagem que valoriza a densidade e a complexidade das tramas. Há livros que se aproximam do realismo social, enquanto outros se aventuram por territórios mais oníricos ou filosóficos, revelando um equilíbrio entre o narrativo e o reflexivo.
