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Paysage de fantaisie

Título: Paysage de fantaisie

Autor: Tony Duvert

Sinopse: Ce roman contient, comme chacun de mes précédents livres, des obscénités homosexuelles, des violences, et même des passages amusants : autant de choses qui inspirent un dégoût légitime. Toutefois, si on saute ces endroits pénibles, on trouve ici et là quelques lignes capables de retenir un peu l’intérêt des honnêtes gens ; la forme romanesque, assez singulière, excitera peut-être aussi leur curiosité. Les personnages de Paysage de fantaisie – le titre est celui d’un tableau, étrangement sadien, de Francesco Guardi – sont des enfants, c’est-à-dire un adulte moribond, puisque l’enfance n’existe pas. Car les enfants ne nomment pas l’enfance ; leurs jeux mêmes la nient, la tirent vers un ailleurs pourtant inhabitable : le monde adulte, la “ réalité ”. En cela, l’enfance et l’écriture usent d’un imaginaire identique : elles créent inconsidérément le réel, elles le mettent en pièces, le reforment, s’y adonnent dans cette illusion et ce dédoublement propre au jeu, où l’on fait semblant pour de bon. C’est pourquoi une fiction – et une perversion – vouée à l’enfance ne peut que jouer avec cet illusoire, être deux fois fictive – partagée entre la croyance qu’elle a dans l’univers mythique qu’elle met en scène, et la certitude qu’il est pur fantasme, mensonge invivable, trop vrai pour être vrai, comme tout objet de désir, de souvenir ou de culture. Tony Duvert

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Paysage de fantaisie”, de Tony Duvert, publicado pela editora Minuit, em 1973 e com 230 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Minuit

Páginas: 230

Ano: 1973

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9782707303417

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Tony Duvert mergulha o leitor em universos onde a infância é vista sob uma lente intensa e muitas vezes desconfortável. A prosa varia entre uma clareza quase clínica e momentos de humor ácido, criando uma tensão constante entre o lírico e o brutal. Os personagens, quase sempre crianças ou adolescentes, são apresentados com uma intimidade que desafia o olhar adulto, revelando suas ações e pensamentos sem filtro moralizador. O ritmo oscila entre passagens contemplativas e episódios abruptos de violência ou transgressão, convidando o leitor a questionar as fronteiras entre inocência, perversão e realidade social. Em meio a essa complexidade, os livros de Tony Duvert exploram temas como a solidão, a liberdade e a crítica às normas culturais, deixando no ar perguntas inquietantes sobre a natureza da infância e da sociedade.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Minuit oferecem uma leitura marcada por um olhar crítico e político, frequentemente atravessado por temas como a sexualidade, o poder e as tensões sociais. O catálogo privilegia narrativas que desafiam normas vigentes, com textos que exploram diálogos densos, reflexões sobre a história e a cultura, além de obras que abordam a infância e a experiência feminina sob perspectivas pouco convencionais. A escrita tende a ser direta, por vezes fragmentada, com ritmo que pode variar entre o contemplativo e o provocativo, convidando o leitor a um envolvimento ativo com o texto.

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