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Peuples exposés, peuples figurants (L

Título: Peuples exposés, peuples figurants (L'oeil de l'histoire #4)

Autor: Georges Didi-Huberman

Sinopse: On s’interroge, dans ce livre, sur la façon dont les peuples sont représentés : question indissolublement esthétique et politique. Les peuples aujourd’hui semblent exposés plus qu’ils ne l’ont jamais été. Ils sont, en réalité, sous-exposés dans l’ombre de leurs mises sous censure ou - pour un résultat d’invisibilité équivalent – sur-exposés dans la lumière artificielle de leurs mises en spectacle. Bref ils sont, comme trop souvent, exposés à disparaître.À partir des exigences formulées par Walter Benjamin (une histoire ne vaut que si elle donne voix aux sans noms ) ou par Hannah Arendt (une politique ne vaut que si elle fait surgir ne fût-ce qu’une parcelle d’humanité ), on interroge ici les conditions d’une possible représentation des peuples. Cela passe moins par l’histoire du portrait de groupe hollandais et des portraits de troupes totalitaires que par l’attention spécifique accordée aux petits peuples par les poètes (Villon, Hugo, Baudelaire par exemple), les peintres (Rembrandt, Goya ou Gustave Courbet), les photographes (Walker Evans, August Sander ou, pour un exemple contemporain, Philippe Bazin).Le cinéma, quant à lui, nomme figurants ces petits peuples devant lesquels agissent et s’agitent les acteurs principaux , les stars comme on dit. D’où que les figurants incarnent un enjeu crucial, historique et politique, du cinéma lui-même, depuis sa naissance – La Sortie des usines Lumière – jusqu’à ses élaborations modernes chez Eisenstein et Rossellini, et bien au-delà encore. Une longue analyse est ici consacrée au travail de Pier Paolo Pasolini, à sa façon de retrouver les peuples perdus dans leurs gestes survivants , selon un processus que permettent d’éclairer les analyses d’Erich Auerbach (pour les formes poétiques), d’Aby Warburg (pour les formes visuelles) et d’Ernesto De Martino (pour les formes sociales). Sans oublier quelques exemples plus contemporains, tel que le film du Chinois Wang Bing intitulé, précisément, L’Homme sans nom.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Peuples exposés, peuples figurants (L’oeil de l’histoire #4)”, de Georges Didi-Huberman, publicado pela editora Minuit, em 2016 e com 266 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Minuit

Páginas: 266

Ano: 2016

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9782707322654

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Georges Didi-Huberman é um mergulho denso e inquietante na relação entre imagem, história e memória. O ritmo é marcado por uma reflexão profunda que alterna entre o minucioso exame de detalhes visuais e a construção de panoramas intelectuais amplos, onde a imagem não é apenas documento, mas um operador de tempo e sentido. O tom oscila entre o rigor filosófico e o lirismo da experiência estética, convidando o leitor a contemplar o visível em sua complexidade, sem reduzir as imagens a interpretações fixas. A tensão se instala na busca por compreender como o passado pode ser apreendido e representado por meio das imagens, sempre com uma atenção ética e política que atravessa o texto. Em meio a essa densidade, há uma delicadeza no tratamento das memórias, das aparições e das ausências, que desafia o leitor a pensar o que significa realmente ver e saber. Os livros de Georges Didi-Huberman propõem, assim, um diálogo constante entre o visível e o invisível, o real e o imaginário, a história e o presente.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Minuit oferecem uma leitura marcada por um olhar crítico e político, frequentemente atravessado por temas como a sexualidade, o poder e as tensões sociais. O catálogo privilegia narrativas que desafiam normas vigentes, com textos que exploram diálogos densos, reflexões sobre a história e a cultura, além de obras que abordam a infância e a experiência feminina sob perspectivas pouco convencionais. A escrita tende a ser direta, por vezes fragmentada, com ritmo que pode variar entre o contemplativo e o provocativo, convidando o leitor a um envolvimento ativo com o texto.

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