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Pedagogia da indignação Capa comum – 19 julho 2021

Título: Pedagogia da indignação Capa comum – 19 julho 2021

Autor: Paulo Freire

Sinopse: "Escrito entre 1992 e 1997, Pedagogia da indignação reúne três cartas pedagógicas – os últimos escritos de Paulo Freire – e seis textos, entre artigos e conferências. Em comum, o Patrono da Educação Brasileira demonstra aqui sua indignação e sua generosidade de amar. São textos que celebram a sua vida. Organizado e anotado por Ana Maria Araújo Freire, tem prefácio do professor Balduíno A. Andreola. * Em 1963, em Angicos, interior do Rio Grande do Norte, trezentos trabalhadores rurais foram alfabetizados em apenas 40 horas, pelo método proposto por Paulo Freire. Esse foi o resultado do projeto-piloto do que seria o Programa Nacional de Alfabetização do governo de João Goulart, presidente que viria a ser deposto em março de 1964. Em outubro desse mesmo ano, Freire deixou o Brasil para proteger a própria vida. Apenas voltou a visitar o país em 1979, com a abertura democrática. Ao longo de sua história, Paulo Freire recebeu mais de cem títulos de doutor honoris causa, de diversas universidades nacionais e estrangeiras, além de inúmeros prêmios, como Educação para a Paz, da Unesco, e Ordem do Mérito Cultural, do governo brasileiro. Integra o International Adult and Continuing Education Hall of Fame e o Reading Hall of Fame. * “A eles e a elas, Sem Terra, a seu inconformismo, à sua determinação de ajudar a democratização deste país, devemos mais do que às vezes podemos pensar. E que bom seria para a ampliação e a consolidação de nossa democracia, sobretudo para sua autenticidade, se outras marchas se seguissem à sua. A marcha dos desempregados, dos injustiçados, dos que protestam contra a impunidade, dos que clamam contra a violência, contra a mentira e o desrespeito à coisa pública. A marcha dos sem-teto, dos sem-escola, dos sem-hospital, dos renegados. A marcha esperançosa dos que sabem que mudar é possível.”"

Contexto da obra

Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Pedagogia da indignação Capa comum – 19 julho 2021”, de Paulo Freire, publicado pela editora Paz & Terra, em 2021 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.

Editora: Paz & Terra

Páginas: 160

Ano: 2021

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8577534154

ISBN13: 9788577534159

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,200
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 13,50
  • Espessura (cm): 0,80

Sobre o autor

A leitura dos livros de Paulo Freire é um mergulho em um pensamento que une rigor crítico e compromisso ético, com um ritmo que oscila entre a reflexão profunda e a urgência da transformação social. A prosa, por vezes densa e filosófica, é atravessada por uma tensão entre o amor e a indignação, revelando um educador que não se contenta com respostas fáceis nem com conformismos. O diálogo constante entre educador e educando aparece como uma experiência viva, que desafia o leitor a repensar seu papel na construção do conhecimento e da liberdade. Em alguns momentos, a escrita é marcada por cartas pessoais e relatos autobiográficos, que trazem um tom íntimo e humanizador, enquanto outros textos se apresentam mais teóricos e coletivos, voltados para a pedagogia e a crítica social. Essa diversidade cria uma experiência de leitura multifacetada, que convida a problematizar o futuro e a responsabilidade individual e coletiva.

Ver mais sobre o autor

Sobre a editora

Os livros da editora Paz & Terra convidam a uma imersão profunda em temas ligados à educação, política, filosofia e história, com um olhar atento às transformações sociais e culturais. A experiência de leitura costuma ser marcada por textos densos, que mesclam reflexão crítica e engajamento, frequentemente ancorados em contextos latino-americanos e brasileiros. O catálogo privilegia obras que exploram a pedagogia libertadora, a análise das estruturas sociais e as tensões políticas, mas também inclui narrativas que abordam histórias pessoais e coletivas, como relatos de sobrevivência e memórias familiares. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com ritmo que pode ser tanto didático quanto emotivo, dependendo do enfoque do texto.

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