
Título: Pedagogia do Oprimido
Autor: Paulo Freire
Sinopse: Fazer o aluno conhecer a liberdade, tornando-se apto a se construir crítica e responsavelmente: foi este o nobre objetivo ao qual Paulo Freire se dedicou durante toda a vida. Mas como alçar um voo tão alto num mundo onde, cada vez mais, "a pedagogia dominante é a pedagogia da classe dominante"? Pedagogia do oprimido, obra que figura entre as principais de sua vasta bibliografia, é uma das respostas mais relevantes a essa pergunta. Aqui, consciente da situação em que se encontram os oprimidos do Brasil e da América Latina, Paulo nos oferece uma análise penetrante do funcionamento de nossas classes sociais e indica os caminhos para uma pedagogia eficiente, capaz de suscitar, nos educandos, o diálogo e o saber de si. Não é preciso muito para que a amplitude do pensamento desta obra se revele: do conteúdo programático às estruturas opressoras da sociedade, as reflexões freirianas se debruçam sobre todos os fatores que influenciam a educação, fazendo com que sua teoria pedagógica se torne, também, uma lição de cidadania e solidariedade. Pedagogia do oprimido resume todos os elementos que fizeram de Paulo Freire o principal educador brasileiro do século XX. É um livro de leitura obrigatória para todos aqueles que desejam compreender nossa situação ainda atual de acomodação.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pedagogia do Oprimido”, de Paulo Freire, publicado pela editora Paz e Terra, em 2019 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paz e Terra
Páginas: 256
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Paz e Terra costumam apresentar obras que exploram temas históricos, políticos e sociais com profundidade analítica e rigor documental. A experiência de leitura é marcada por textos que dialogam com a formação cultural e política, abordando desde revoluções e conflitos mundiais até reflexões sobre identidade nacional e processos educacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que vão do relato histórico detalhado a análises críticas sobre democracia, economia e cultura. O catálogo sugere uma preocupação em conectar passado e presente, com um ritmo que privilegia o pensamento crítico e o entendimento dos processos sociais complexos.
