
Título: Pele's Fire: Phantom Lover #16
Autor: A. J. Llewellyn
Sinopse: Kimo Wilder, Honolulu’s hottest kahuna, longs for the simple life. He adores his husband, Lopaka, and their three rambunctious children, but sometimes he dreams of peace and quiet. When he and Lopaka watch Ferris Bueller’s Day Off on TV, Kimo becomes obsessed with taking it easy. He longs to relax, think about nothing more than having sex with Lopaka and eating candy. He reckons he could have been a swell fry cook on Venus…only Goddess Pele has other ideas. After a frightening dream in which Kimo glimpses how his life would be had he never met Lopaka, he eases up on his workload and takes his husband out on a date to a local movie theater. It’s not something they normally do, neither is it a place they’ve frequented before. They encounter some unusual ghosts, which everybody but Lopaka can see and a haunting that, well…challenges all of Kimo’s notions of having a vacation…
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pele’s Fire: Phantom Lover #16”, de A. J. Llewellyn, publicado pela editora eXtasy Books, em 2011 e com 97 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: eXtasy Books
Páginas: 97
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1554879019
ISBN13: 9781554879014
Sobre a editora
Os livros da editora eXtasy Books costumam apresentar narrativas intensas e envolventes, centradas em personagens que enfrentam conflitos pessoais profundos e relações complexas, muitas vezes em universos paranormais ou com elementos de fantasia. O catálogo sugere um foco recorrente em histórias de shifters, vampiros, e outras criaturas sobrenaturais, onde a descoberta do amor, a superação de traumas e a luta por aceitação são temas frequentes. O tom varia entre o dramático e o romântico, com ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de conexão emocional íntima. Muitas obras exploram dinâmicas de poder e pertencimento dentro de comunidades fechadas, como matilhas ou coalizões, criando um clima de mistério e urgência.
