
Título: Pensar as mídias
Autor: Armand Mattelart
Sinopse: Por que os intelectuais desdenharam as mídias por tanto tempo? Por que essa repentina reconciliação? Por que foram eles tão lentos em compreender que a força íntima da televisão é o prazer que ela oferece ao espectador? Por que as análises sobre a produção cultural muito amiúde empacaram em questões industriais e comerciais? Por que a referência à biologia tem hoje tanto sucesso no discurso sobre as tecnologias de comunicação e de informação? Eis algumas questões que este livro pretende responder. Os autores mostram como, pelo estado de sua reflexão sobre as mídias, as sociedades pensaram e falaram sobre si mesmas. Tal problemática está longe de ser especulativa: as zonas de sombras nos saberes sobre as mídias não explicam também em parte as estratégias de modernização do sistema televisivo e as dificuldades do cidadão para perceber as mudanças do seu ambiente tecnológico? Os autores utilizam novas aproximações teóricas e práticas que aceitam pensar esse impensado. Longe dos caminhos batidos do consenso midiático, essas aproximações renovam o olhar crítico sobre as políticas que redesenham a paisagem nacional e internacional do audiovisual.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pensar as mídias”, de Armand Mattelart, publicado pela editora Loyola, em 2004 e com 255 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loyola
Páginas: 255
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8515028301
ISBN13: 9788515028306
Sobre a editora
Os livros da editora Loyola costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma abordagem profunda da fé cristã, da teologia e da espiritualidade, frequentemente com um tom reflexivo e didático. O catálogo apresenta obras que transitam entre textos que dialogam com a tradição religiosa e análises mais contemporâneas sobre temas como educação, filosofia e comunicação, revelando uma preocupação com o entendimento crítico e a formação pessoal. A linguagem varia entre o acessível e o acadêmico, contemplando desde textos para jovens e crianças até estudos para pesquisadores. A diversidade das obras sugere um equilíbrio entre narrativas que inspiram a vivência religiosa e trabalhos que exploram questões culturais, políticas e históricas ligadas à religião e à sociedade.
