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Phasmes (Paradoxe #1): Essais sur l

Título: Phasmes (Paradoxe #1): Essais sur l'apparition

Autor: Georges Didi-Huberman

Sinopse: [A] Phasmes : brefs récits d’“ apparitions ” expérimentées devant des objets très hétéroclites – choses de la vie, photographies, joujoux, textes mystiques, fragments de tableaux, bestioles (dont le phasme, cet insecte extrême), taches d’encre, récits de rêves, comptes rendus ethnographiques, sculptures, plans cinématographiques, et la liste ne saurait être close. Comme si les animaux sans queue ni tête que sont les phasmes pouvaient donner leur nom à la classe indéfinie de ces menues choses apparaissantes, évidemment en prise sur la souveraineté du fantasme. Comme si des animaux sans queue ni tête pouvaient donner leur nom à un genre accidentel de connaissance et d’écriture : connaissance de ces choses disparates et fortuites, choses du bord de la route, que nous n’avions pas cherchées mais qui, en apparaissant, font apparaître soudain le sens même de ce que nous avions toujours recherché, qui sait... [B] Phasmes : insectes étranges, sans queue ni tête, mimétiques jusqu’au dissemblable. Mais aussi cauchemars insensés jusqu’aux vraies catastrophes. Mouches agglutinées et images agglutinantes. Ex-voto viscéraux et santons napolitains. Mystiques orientaux qui emploient le verbe “ photographier ”. Enfants en poussière et dentellières en sang. Femmes flottantes et tableaux diaphanes. Paraboles du regard et paradoxes de l’être à voir. Armoires peintes par Fra Angelico et feuillets tachés d’encre par Victor Hugo. Voracités et blessures. Tombeaux et fenêtres. Cristaux et portraits qui se taisent. Lieux et visages qui témoignent. Essais sur l’apparition, donc. Événements de regard expérimentés devant ces choses dont la liste, bien sûr, ne saurait être close que par décision arbitraire, ou par hasard. Comme si les animaux sans queue ni tête que sont les phasmes pouvaient donner leur nom à la classe indéfinie de ces menues choses apparaissantes, évidemment en prise sur la souveraineté du fantasme. Comme si des animaux sans queue ni tête pouvaient donner leur nom à un genre accidentel de connaissance et d’écriture : connaissance de ces chose, disparates et fortuites, choses du bord de la route, que nous n’avions pas cherchées mais qui, en apparaissant, font apparaître soudain le sens même de ce que nous avions toujours recherché, qui sait...

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Phasmes (Paradoxe #1): Essais sur l’apparition”, de Georges Didi-Huberman, publicado pela editora Les Éditions de Minuit, em 1998 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Les Éditions de Minuit

Páginas: 256

Ano: 1998

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9782707316288

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Georges Didi-Huberman é um mergulho denso e inquietante na relação entre imagem, história e memória. O ritmo é marcado por uma reflexão profunda que alterna entre o minucioso exame de detalhes visuais e a construção de panoramas intelectuais amplos, onde a imagem não é apenas documento, mas um operador de tempo e sentido. O tom oscila entre o rigor filosófico e o lirismo da experiência estética, convidando o leitor a contemplar o visível em sua complexidade, sem reduzir as imagens a interpretações fixas. A tensão se instala na busca por compreender como o passado pode ser apreendido e representado por meio das imagens, sempre com uma atenção ética e política que atravessa o texto. Em meio a essa densidade, há uma delicadeza no tratamento das memórias, das aparições e das ausências, que desafia o leitor a pensar o que significa realmente ver e saber. Os livros de Georges Didi-Huberman propõem, assim, um diálogo constante entre o visível e o invisível, o real e o imaginário, a história e o presente.

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    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora Les Editions de Minuit revela um mergulho em obras que exploram intensamente a interioridade, o espaço e o silêncio. Muitas narrativas apresentam personagens imersos em estados de isolamento ou em processos de reflexão profunda, como a redução progressiva de seus mundos até o quase nada. O catálogo também indica um interesse por obras que investigam o contato físico e sensorial, seja pela memória do toque ou pela materialidade do espaço. O tom das obras varia entre o contemplativo e o inquietante, com passagens que combinam humor sutil e tensão existencial. Além disso, há textos que propõem um diálogo com a história e a imagem, abordando temas como a memória, o poder das imagens e a filosofia do conceito.

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