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Philosophy for militants (Pocket Communism)

Título: Philosophy for militants (Pocket Communism)

Autor: Alain Badiou

Sinopse: A philosophical guidebook for the struggles to come An urgent and provocative account of the modern ‘militant’, a transformative figure at the front line of emancipatory politics. Around the world, recent events have seen the creation of a radical phalanx comprising students, the young, workers and immigrants. It is Badiou’s contention that the politics of such militants should condition the tasks of philosophy, even as philosophy clarifies the truth of our political condition. To resolve the conflicts between politics, philosophy and democracy, Badiou argues for a resurgent communism – returning to the original call for universal emancipation and organizing for militant struggle. “One of the most important philosophers writing today.” — Joan Copjec “A figure like Plato or Hegel walks here among us!” — Slavoj Žižek “An heir to Jean-Paul Sartre and Louis Althusser.” — New Statesman

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Philosophy for militants (Pocket Communism)”, de Alain Badiou, publicado pela editora New Left Books, em 2012 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: New Left Books

Páginas: 128

Ano: 2012

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Alain Badiou é marcada por uma combinação intensa de rigor conceitual e reflexão política, onde a filosofia se entrelaça com a matemática, a arte e o amor. A prosa, por vezes densa e sistemática, convida o leitor a acompanhar construções intelectuais que desafiam categorias tradicionais, exigindo atenção para captar as sutilezas do pensamento. A tensão surge entre o abstrato e o concreto, entre a busca por verdades universais e o exame das contingências históricas e sociais. Em alguns momentos, o ritmo é mais meditativo, explorando questões fundamentais sobre o real, o sujeito e a política, enquanto em outros há um tom mais direto e engajado, especialmente ao tratar das revoluções e do compromisso coletivo. Os livros de Alain Badiou propõem perguntas sobre a possibilidade de transformação e sobre como a filosofia pode dialogar com a ação e o amor, deixando no leitor um desafio para repensar conceitos estabelecidos e considerar o papel do pensamento na vida pública.

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