
Título: Pierrô Farsista - Bilíngue
Autor: Jules Laforgue
Sinopse: Composta entre 1882 e 1883, esta peça em três quadros é contemporânea da redação das Complaintes. Ou seja, da passagem da eloquência patética que caracteriza Sanglot de la Terre para a dicção clownesca, farsista, que caracteriza Laforgue (“estou escrevendo [...] uma peça em um ato que transborda de otimismo”, dizia o autor a Charles Ephrussi, em carta de 26/02/1883). A edição utilizada foi a do tomo I das Œuvres complètes de Jules Laforgue (Lausanne: L’Age d’Homme, 1986), estabelecida por Daniel Grojnowski. A primeira publicação do Pierrot fumiste se deu nas páginas do nº 27 (junho de 1892) da revista Entretiens politiques et littéraires, pelos cuidados de Félix Fénéon. O manuscrito da peça se encontra na biblioteca de Harvard. As gravuras de Charles Martin foram publicadas originalmente na edição Emile-Paul Frères de 1927. A tradução contou com a revisão de Dominique Nédellec. Acabamento: Brochura. Peso: 120g. Dimensões: 21 x 12 x 0.1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Pierrô Farsista – Bilíngue”, de Jules Laforgue, publicado pela editora Cultura e Barbarie e com 60 páginas, integra a categoria Peças. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Cultura e Barbarie
Páginas: 60
Ano:
Edição:
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788563003751
Sobre a editora
Os livros da editora Cultura e Barbárie costumam oferecer uma experiência de leitura que desafia o leitor a navegar entre filosofia, sociologia e literatura com densidade conceitual. As obras frequentemente exploram temas complexos como a relação entre animalidade e humanidade, a crítica das tradições políticas e culturais, e reflexões profundas sobre linguagem, loucura e história. O tom varia entre o rigor acadêmico e a prosa fragmentária, com textos que ora se aproximam da fábula ou do thriller conceitual, ora da análise crítica detalhada. O catálogo sugere um público interessado em pensar a cultura a partir de perspectivas filosóficas e históricas, em narrativas que não se prendem a linearidades fáceis, mas que convidam à reflexão e ao debate.
