
Título: Pop filosofia
Autor: Marcia Tiburi
Sinopse: Pop filosofia, livro de Marcia Tiburi que abre a Coleção Pop filosofia, coedição entre a Editora Nós e as Edições Sesc São Paulo, a pensadora brasileira se propõe a apresentar o conceito homônimo cunhado por Gilles Deleuze no século XX para pensar uma filosofia que esteja aberta a se “transfigurar”, em sentido emprestado da pop art de Andy Warhol, movendo-se de seu lugar historicamente encastelado e distante da vida contemporânea pelo aprisionamento no olhar acadêmico de tradição patriarcal, branca e europeia. Diante do que tem se constituído como um projeto organizado de apagamento da filosofia e do pensamento reflexivo em meio à indústria cultural, neste livro Tiburi resgata e investiga o conceito deleuziano para propor uma renovação do fazer filosófico “em nome de um pensamento livre, criativo e capaz de levar impulsos questionadores às últimas consequências, isento de amarras formais e entregue a potencialidades”
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Pop filosofia”, de Marcia Tiburi, publicado pela editora Editora Nós, em 2024 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Editora Nós
Páginas: 80
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6585832523
ISBN13: 9786585832526
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.
