
Título: Pouco É Muito Ana E Zilberman LaseviciusNos Editora Esgotado
Autor: Ana Lasevicius
Sinopse: Um menino e seu avô. Um cobertorzinho e o tempo. Entre eles, a vida que passa transformando tudo. E este o centro em torno do qual se desenvolve a narrativa Pouco é Muito, um conto da tradução judaica, recriado por Ana Laseviscius e Ionit Zilberman. O livro, que será lançado pela Editora Nós durante a Feira do Livro de Porto Alegre, é uma narrativa na qual as palavras se revestem de uma amorosidade poética rara de se encontrar. Ao texto de Ana Laseviscius, somam-se as ilustrações em nanquim azul sobre papel antigo feitas por Ionit Zilberman, criando uma atmosfera onde passado e presente se conjugam despertando em crianças e adultos a uma fina percepção da passagem do tempo e das relações entre as pessoas e o mundo, o mundo e as coisas. Destaca-se ainda o belíssimo projeto desenvolvido pelo Estúdio Bloco Gráfico, que concebeu um formato de duas brochuras interligadas por uma única capa, pelo qual texto e imagem estabelecem uma relação de intimidade e distanciamento, que permitem a dois leitores (um adulto e uma criança por exemplo) lerem a história juntos.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Pouco É Muito Ana E Zilberman LaseviciusNos Editora Esgotado”, de Ana Lasevicius, publicado pela editora Editora Nós e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Editora Nós
Páginas: 64
Ano:
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8569020104
ISBN13: 9788569020103
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,110
- Altura (cm): 16,00
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.
