
Título: Pra que mentir?: Vadico, Noel Rosa e o samba
Autor: Gonçalo Junior
Sinopse: O coração de Vadico era uma bomba-relógio sem tempo certo para explodir. Em 1953, após enfartar pela segunda vez, e dois meses internado em um hospital de Nova York, o médico lhe deu a sentença de morte: ele viveria de cinco a dez anos, no máximo. Para chegar ao limite desse prazo, deveria seguir uma dieta rigorosa. Fez o contrário e viveu como se não houvesse amanhã. No ano seguinte, regressou ao Brasil, depois de 14 anos longe do país, e passou a fumar e a beber exageradamente, e a varar as madrugadas ao piano em boates – em uma delas, tocou acompanhado de um crooner de 18 anos chamado Roberto Carlos. Durante o dia, fazia arranjos para discos memoráveis e viu músicas suas com parceiros como Vinicius de Moraes serem gravadas por cantores importantes. Enquanto tentava provar que tinha talento para ser bem mais que o mais brilhante e constante parceiro do maior sambista de todos os tempos, Noel Rosa, Vadico acusou o amigo e parceiro de vender, sem sua autorização, alguns dos sambas que fizeram juntos. Este livro comovente conta como tudo isso aconteceu.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Pra que mentir?: Vadico, Noel Rosa e o samba”, de Gonçalo Junior, publicado pela editora Noir, em 2017 e com 404 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Noir
Páginas: 404
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8593675085
ISBN13: 9788593675089
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,470
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Noir costumam apresentar uma leitura que mescla rigor documental e sensibilidade artística, especialmente no campo das histórias em quadrinhos e da cultura pop brasileira. O catálogo revela um interesse constante por narrativas que exploram a memória, a militância cultural e temas sociais profundos, como racismo, sexualidade e identidade. A linguagem varia entre o ensaio memorialístico, a biografia e a ficção autoral, sempre com um tom que privilegia o olhar humano e a autenticidade. Além disso, há um cuidado em apresentar processos criativos e contextos históricos, enriquecendo a experiência do leitor com materiais extras e análises detalhadas. A diversidade do catálogo vai do underground ao mainstream, do documentário ao relato pessoal, com obras que desafiam o leitor a refletir sobre a arte e a sociedade.
