
Título: Professor: artesão ou operário?
Autor: Vitor Henrique Paro
Sinopse: Este livro leva a compreender em profundidade o trabalho de educar, ou seja, a atividade de construir personalidades livres e autônomas, identificando as múltiplas determinações dessa ação singular. Isso é de enorme relevância para teóricos da Educação e tomadores de decisão em políticas educacionais. É também de extrema necessidade para aqueles que, na prática escolar cotidiana, dedicam parcela preciosa de suas vidas ao esforço de construir o humano-histórico nas crianças e jovens. É para estes, professores e professoras da Escola Básica, que Vitor Paro dedica este livro. A forma rigorosa e quase coloquial com que o Autor apresenta o tema seguramente reforçará no professor o orgulho por sua profissão, a indignação com os que a apequenam e a alegria na realização de seu grandioso trabalho de humanizador da sociedade.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Professor: artesão ou operário?”, de Vitor Henrique Paro, publicado pela editora Cortez, em 2018 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Cortez
Páginas: 144
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8524927003
ISBN13: 9788524927003
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Cortez costumam explorar temas ligados às ciências sociais e humanas, com foco em análises críticas da realidade brasileira e latino-americana. A experiência de leitura frequentemente envolve abordagens acadêmicas e reflexivas sobre questões como Serviço Social, educação, políticas públicas e cultura, com textos que mesclam rigor teórico e linguagem acessível. O catálogo apresenta obras que discutem desde trajetórias históricas e filosóficas até práticas pedagógicas e sociais atuais, criando um contraste entre análises densas e narrativas que valorizam a diversidade cultural e social. Em meio a trabalhos mais densos, há também espaço para textos que dialogam com o público infantojuvenil, trazendo contos e histórias que remetem ao folclore e à infância, o que evidencia uma certa amplitude temática e de público.
