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Quando Eramos Orfaos

Título: Quando Eramos Orfaos

Autor: Kazuo Ishiguro

Sinopse: Quando éramos órfãos marca a volta de Kazuo Ishiguro à ficção, depois de um silêncio de cinco anos. Com sutileza temperada por um humor fino e certeiro, o autor de Os vestígios do dia escreve sobre o poder do passado de determinar, para o bem ou para o mal, o presente das pessoas. Christopher Banks, um garoto inglês nascido na Xangai do início do século, fica órfão aos nove anos de idade, quando seus pais desaparecem misteriosamente. De volta à Inglaterra, torna-se um detetive de renome e circula nos meios mais refinados. Vinte anos depois, Banks resolve rever Xangai - agora palco da guerra sangrenta entre China e Japão. A partir desse momento, sua busca pelos pais passa a confundir-se com a busca pela ordem num mundo órfão, vitimado pela sombra.Envolvente, a narrativa ganha ritmo de trama policial na voz controlada e minuciosa do protagonista. A aparente frieza do relato, entretanto, não esconde o que Christopher Banks não quer ou não pode ver: que sua memória, sua visão de mundo, não estão imunes às tragédias da infância. No vaivém das reminiscências, o lirismo colide dolorosamente com a matéria dura da realidade.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Quando Eramos Orfaos”, de Kazuo Ishiguro, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2017 e com 400 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 400

Ano: 2017

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8535930205

ISBN13: 9788535930207

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,497
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 2,30

Sobre o autor

A leitura dos livros de Kazuo Ishiguro é marcada por uma prosa contida e precisa, que equilibra um ritmo contemplativo com uma tensão emocional subjacente. Seus narradores costumam ser personagens introspectivos, muitas vezes presos a memórias fragmentadas e silêncios que revelam mais do que explicitam. O tom varia entre o melancólico e o sutilmente irônico, criando uma atmosfera de nostalgia e inquietação. As histórias exploram temas como o passado que molda o presente, o amor reprimido e a solidão existencial, sempre com uma construção cuidadosa que convida o leitor a preencher lacunas e refletir sobre o não dito. Em meio a esse estilo, os livros de Kazuo Ishiguro apresentam um contraste entre o cotidiano aparentemente comum e as tensões profundas que permeiam as relações e as escolhas dos personagens.

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Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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