
Título: Quarto: Poemas domésticos e arqueológicos
Autor: Igor Sarapuí
Sinopse: Quarto, espaço íntimo e que costuma refletir nossa própria personalidade. É aos pormenores desse lugar que Igor Sarapuí nos conduz através dos versos contidos aqui. Pode parecer estranho - para aqueles que se encontram com Igor pela primeira vez - conhecê-lo assim, desnudo de alma, falando sobre tantos assuntos em poucas páginas. Mas arriscar entrar é se dar a chance do próprio reconhecimento na alma livre desse jovem poeta. Enxergar-se nos versos de Igor é aceitar em si mesmo a grande mistura de fé, música, vazios, palmas, indagações, tias, santos e ideias. Todas reunidas em um quarto. Como o próprio poeta diz no belíssimo Sarapuí: “Não é só o nome, / é o espaço que dá nome ao nome, / o passado que convida o nome a ser nome;". Pois então entre e fique à vontade nesse quarto que não é só o quarto mas um convite à sê-lo. LUIZA LUNARDI
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Quarto: Poemas domésticos e arqueológicos”, de Igor Sarapuí, publicado pela editora Patuá, em 2023 e com 88 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Patuá
Páginas: 88
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6558646137
ISBN13: 9786558646136
Sobre a editora
Os livros da editora Patuá convidam o leitor a navegar por universos literários que exploram a intensidade das emoções e a complexidade das relações humanas, muitas vezes atravessadas por temas como memória, identidade e transformação. A leitura costuma oscilar entre o lírico e o inquietante, com narrativas que transitam entre o realismo poético e o fantástico, sem abrir mão de um tom reflexivo e, por vezes, melancólico. A prosa e a poesia se entrelaçam em textos que desafiam a linearidade, valorizando a fragmentação e a experimentação formal. O catálogo revela obras que dialogam com questões sociais atuais, como sexualidade, violência e silêncio, sempre com uma escrita que privilegia a densidade afetiva e o ritmo cadenciado.
