
Título: Quem Pegou o Pão da Casa do João?
Autor: Bia Villela
Sinopse: Através do jogo de perguntas investigativas, a personagem está à procura de quem deu sumiço no pão. O menino, a irmã, o pai, a mãe, a parentada toda se livra da culpa, apontando um outro como suspeito. Eis que vem a surpresa... As formigas, cuja natureza é conhecida pelo hábito de acumular alimentos para os tempos magros, levaram o pão. Integral, diga-se de passagem. Mas o incômodo da acusação está lá, no diálogo entre as personagens e o narrador. A partir do seu conhecimento teórico e da experiência com os pequeninos, a autora, com um texto resumido, provoca reflexões, de forma lúdica e surpreendente, sobre esse comportamento de acusar sem ter certeza. Nas imagens, está impresso o estilo de Bia Villela: desenhos gráficos, formas geométricas, cores fortes e complementares, mistura de técnicas de digitalização.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Quem Pegou o Pão da Casa do João?”, de Bia Villela, publicado pela editora Paulinas, em 2008 e com 24 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulinas
Páginas: 24
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535620281
ISBN13: 9788535620283
Sobre a editora
Os livros da editora Paulinas costumam apresentar uma linguagem acessível e um cuidado especial com a clareza, seja na releitura contemporânea de textos sagrados ou na abordagem de temas espirituais e sociais. A experiência de leitura frequentemente convida a uma reflexão profunda sobre fé, promoção humana e transformação pessoal, com narrativas que transitam entre o didático e o poético. O catálogo inclui obras que dialogam com públicos variados, desde crianças e jovens até adultos interessados em catequese, espiritualidade e questões sociais, sempre com um tom que mescla simplicidade e profundidade. A diversidade editorial se manifesta em textos que vão do relato pessoal e histórico a propostas pedagógicas e à literatura infantojuvenil, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto narrativo.
