
Título: Quer que Eu Lhe Conte Uma Estória?
Autor: Rubem Alves
Sinopse: Tudo começa com Era uma vez um bando de rãs. Rãs – embora sua aparência sugira o contrário – são seres poéticos. Sobre uma rãzinha, Matsuo Bashô (1644-1694) escreveu o seu mais famoso haicai: "Ah, o velho lago. / De repente a rã no ar / e o tchibum na água...". E assim seguimos, com aventuras de patos selvagens, lobos, urubus ou ainda narrativas clássicas recontadas (e alteradas, ora para nos divertir, ora para revelar nossos aspectos mais sombrios). Tirar as ideias de seu lugar habitual, mudar nossos cenários mentais e fazer alguma revolução bem-humorada: ler Rubem Alves acontece de ser assim, no mais das vezes. Com esse livro, a Papirus Editora comemora sua milésima publicação. É um prazer e uma honra partilhar esta alegria com um de nossos autores e amigos de mais longa data e celebrar esta marca histórica com você, leitor. Indicado ao PRÊMIO JABUTI 2011 - Ilustração (Karen Elis)
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Quer que Eu Lhe Conte Uma Estória?”, de Rubem Alves, publicado pela editora Papirus Editora, em 2010 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Papirus Editora
Páginas: 128
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8530809041
ISBN13: 9788530809041
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,235
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Papirus Editora costumam abordar temas ligados à educação, ciências humanas e metodologias de ensino, com foco em formação crítica e desenvolvimento intelectual. A experiência de leitura é marcada por textos que dialogam com práticas pedagógicas, reflexões filosóficas e análises históricas, muitas vezes voltadas para professores, gestores e pesquisadores. O tom varia entre o didático e o ensaístico, com obras que apresentam desde orientações práticas para sala de aula até discussões conceituais sobre interdisciplinaridade e cultura digital. Há obras que exploram a relação entre teoria e prática, sugerindo um ritmo que convida à reflexão aprofundada, sem abrir mão da clareza e da acessibilidade.
