
Título: Querido Diego, te abraza Quiela
Autor: Elena Poniatowska
Sinopse: Octubre de 1921. Angelina Beloff, pintora rusa exiliada en París, envía una carta tras otra a su amado Diego Rivera, su compañero desde hace diez años, que la ha dejado abandonada y se ha marchado a México sin ella. Angelina, a quien Diego se dirige con el diminutivo de Quiela, fue la primera esposa del muralista mexicano y una excelente pintora, eclipsada por el genio de su marido. Su relación, marcada por la pobreza y por la tiranía de Rivera, fue tormentosa, y la adoración de Quiela, incondicional. Brutal, ególatra, irresistible, Rivera se nos dibuja como un monstruo que hace su voluntad en el arte y el amor. «Ella me dio todo lo que una mujer puede dar a un hombre», diría Rivera. «En cambio, recibió de mí todo el dolor en el corazón y la miseria que un hombre puede causarle a una mujer.»
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Querido Diego, te abraza Quiela”, de Elena Poniatowska, publicado pela editora Impedimenta, em 2014 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Impedimenta
Páginas: 96
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8415979207
ISBN13: 9788415979203
Sobre a editora
Os livros da editora Impedimenta convidam o leitor a uma experiência que mistura densidade literária com atmosferas cuidadosamente construídas. O catálogo privilegia narrativas que exploram o isolamento, a complexidade das relações humanas e a introspecção, muitas vezes ambientadas em cenários que vão do interior selvagem australiano a cidades europeias marcadas por tensões históricas. Há obras que se destacam pelo tom melancólico e reflexivo, enquanto outras adotam um ritmo mais fragmentado e experimental, como coleções de resenhas de livros inexistentes que desafiam os padrões tradicionais. A linguagem, em geral, é elaborada, com atenção ao detalhe psicológico e social, e a leitura frequentemente demanda envolvimento atento e contemplativo.
