
Título: RACISMO ALGORÍTMICO
Autor: Tarcízio Silva
Sinopse: Reconhecimento facial, filtros para selfies, moderação de conteúdo, chatbots, policiamento preditivo e escore de crédito são apenas algumas das aplicações que usam sistemas de inteligência artificial na atualidade. Mas e o que acontece quando as máquinas e programas apresentam resultados discriminatórios? Seriam os algoritmos racistas? Ou trata-se apenas de erros inevitáveis? E o que podemos fazer para combater os impactos tóxicos e racistas de tecnologias que automatizam o preconceito? Pesquisador e mestre em Comunicação, Tarcízio Silva lança luz aqui, apoiado em autores de referência e exemplos práticos, sobre a incorporação de hierarquias raciais nas tecnologias digitais. Quando algoritmos recebem o poder de decidir, os potenciais discriminatórios se multiplicam.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “RACISMO ALGORÍTMICO”, de Tarcízio Silva, publicado pela editora Edições Sesc, em 2024 e com 268 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Edições Sesc
Páginas: 268
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8594932774
ISBN13: 9788594932778
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,275
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora EDICOES SESC oferecem uma imersão em temas que transitam entre as artes, as ciências humanas e as reflexões contemporâneas. A experiência de leitura costuma ser densa e multifacetada, combinando ensaios filosóficos, estudos históricos e análises culturais que dialogam com a memória, a identidade e as transformações sociais. O tom varia entre o acadêmico e o poético, com textos que exploram desde a fotografia de guerra até a trajetória de artistas e movimentos culturais brasileiros e internacionais. O catálogo revela ainda um interesse por narrativas que conectam o passado ao presente, como as memórias indígenas e os processos de resistência cultural.
