
Título: Rainha Lira - Peca teatral
Autor: Roberto Schwarz
Sinopse: Enquanto a peça A lata de lixo da história foi o testemunho de Roberto Schwarz sobre o golpe de 1964 após ter voltado do exílio, Rainha Lira é a resposta do autor à barafunda atordoante de nosso mais recente transe. Sua escrita começou durante o impeachment farsesco de Dilma Rousseff, atravessou a eleição de um presidente que tem como bandeira restaurar os anos de chumbo e foi concluída após a temporada na prisão de Luís Inácio Lula da Silva. O leitor logo vai reconhecer pessoas em personagens mas, à maneira das peças de Brecht, aqui elas são figuras dos interesses de classe que se engalfinharam no Brasil desde as manifestações de 2013, transformando nosso país num verdadeiro palco do vale-tudo do capitalismo contemporâneo.
Contexto da obra
No teatro, obras como esta costumam ser lidas entre página, voz e cena. “Rainha Lira – Peca teatral”, de Roberto Schwarz, publicado pela editora Editora 34, em 2022 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Teatro. Esse contexto costuma ser útil para perceber melhor a obra como texto e também como gesto dramático.
Editora: Editora 34
Páginas: 128
Ano: 2022
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555250968
ISBN13: 9786555250961
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,212
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora 34 oferecem uma experiência de leitura que combina densidade intelectual com diversidade temática, transitando entre narrativa literária, ensaios filosóficos e estudos históricos. O catálogo privilegia obras que exploram a complexidade da condição humana, seja por meio de romances com personagens multifacetados, seja por análises críticas que dialogam com a política, a arte e a cultura. Muitos títulos apresentam um tom reflexivo e, por vezes, crítico, com narrativas que podem ser tanto mais literárias e ficcionais quanto mais analíticas e teóricas. A presença de traduções diretas e cuidadosas reforça um compromisso com o rigor e a fidelidade textual, além de abrir espaço para autores clássicos e contemporâneos de diferentes tradições.
