
Título: Remédios Contra o Amor
Autor: Ovídio
Sinopse: Remédios contra o Amor (Remedia amoris) é, de quantas nos chegaram inteiras, a menos extensa (mas nem por isso menos cativante) obra de Ovídio, o autor de Arte de Amar. Nestes versos, além de enumerar vários preceitos de grande utilidade para os amantes, Ovídio, através de uma suprema ironia, reafirma o que já antes pontualmente sustentara: o direito da mulher à livre fruição do seu corpo, o seu direito ao prazer, à escolha do parceiro, à infidelidade e ao engano, bem como o seu direito à definição ou rejeição da modalidade preferida nos jogos de amor. Para além do seu caráter licencioso, do erotismo, da dimensão física do amor celebrado nestes poemas, os Remédios são também uma subversão dos códigos do protocolo amoroso e sexual em Roma. O destinatário da quase totalidade dos versos é o homem - que deve acautelar-se em relação aos malefícios do amor e da mulher, bem como ao seu poder, sortilégios e domínio. No amor é ela quem tudo pode e determina.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Remédios Contra o Amor”, de Ovídio, publicado pela editora Quetzal, em 2024 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quetzal
Páginas: 120
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9897229833
ISBN13: 9789897229831
Sobre a editora
Os livros da editora Quetzal convidam o leitor a atravessar paisagens culturais e existenciais densas, onde a língua portuguesa e suas raízes são exploradas em múltiplas vozes. O catálogo privilegia narrativas que transitam entre o íntimo e o coletivo, como romances que desvendam a identidade rural portuguesa e a complexidade das relações familiares, ao lado de ensaios filosóficos e textos de viagem que refletem sobre a condição humana e o movimento pelo mundo. A poesia aparece como contraponto, oferecendo uma leitura mais concentrada e lírica, enquanto obras de caráter religioso e teológico ganham espaço com linguagem contemporânea e acessível. O tom geral oscila entre o reflexivo e o narrativo, com ritmo que pode variar do lento e contemplativo ao mais tenso e envolvente, conforme o tema abordado.
