
Título: Rhinocéros (Collection Folio (n° 816)
Autor: Eugène Ionesco
Sinopse: Rhinocéros est la pièce la plus riche de Ionesco. Elle ne perd rien de l'esprit d'innovation, de provocation, des premières pièces. Comme elles, celle-ci mélange les genres et les tons, le comique et le tragique. Mais l'innovation principale qui s'introduit ici est la réflexion sur l'Histoire, à travers le mythe. La pièce est une condamnation de toute dictature (en 1958, on pense au stalinisme). Ionesco condamne autant le fascisme que le communisme. C'est donc une pièce engagée : «Je ne capitule pas», s'écrie le héros. Le rhinocéros incarne le fanatisme qui «défigure les gens, les déshumanise». On sent l'influence de La Métamorphose de Kafka. Dans une petite ville, un rhinocéros fait irruption. Par rapport à lui, les personnages prennent diverses attitudes. Certains se transforment en rhinocéros ; un troupeau défile. Seul Bérenger résiste à la marée des bêtes féroces, symboles du totalitarisme.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Rhinocéros (Collection Folio (n° 816)”, de Eugène Ionesco, publicado pela editora gallimard, em 1959 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: gallimard
Páginas: 256
Ano: 1959
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0318635917
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Gallimard costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma combinação de profundidade filosófica e atenção às nuances da condição humana. Muitas obras exploram conflitos internos e sociais, com personagens que refletem sobre temas como a guerra, a memória, a identidade e a passagem do tempo, em cenários que vão do íntimo ao histórico. A linguagem varia entre o poético e o ensaístico, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a pensar sobre a realidade, seja por meio de relatos autobiográficos, ficções históricas ou reflexões filosóficas.
