
Título: Rio científico : inovação e memória.
Autor: Antonio Augusto Passos Videira
Sinopse: O livro resgata a história do Estado do Rio de Janeiro como polo de saber e pesquisa, realçando a produção de suas 150 instituições científicas e tecnológicas, que fornecem a região o status de centro de excelência na formação e qualificação de profi ssionais. A obra revigora também a tradição de pessoas que, desde o século XVI, reconheceram na pesquisa e na busca pela inovação tecnológica o caminho para o engrandecimento humano e social.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Rio científico : inovação e memória.”, de Antonio Augusto Passos Videira, publicado pela editora EDUERJ - EDIT. DA UNIV. DO EST. DO RIO - UERJ, em 2010 e com 220 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: EDUERJ - EDIT. DA UNIV. DO EST. DO RIO - UERJ
Páginas: 220
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857511171X
ISBN13: 9788575111710
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,000
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora EDUERJ - EDIT. DA UNIV. DO EST. DO RIO - UERJ apresentam uma leitura que se apoia em abordagens acadêmicas e históricas, frequentemente ancoradas em pesquisas detalhadas e fontes primárias, como diários, registros oficiais e análises críticas. O catálogo sugere uma atenção especial a temas ligados à história regional, comunicação social e ciência, com textos que transitam entre o ensaio, a investigação e a reflexão literária. A linguagem tende a ser densa e informativa, dialogando com leitores interessados em estudos culturais, sociais e científicos, sem abrir mão de uma dimensão crítica e contextualizada. Há obras que exploram desde a história dos povos indígenas do Rio de Janeiro até análises sobre a cidade contemporânea e a divulgação da ciência, indicando uma diversidade que vai do histórico ao contemporâneo, do mais narrativo ao mais teórico.
