
Título: Romance em doze linhas e outros poemas
Autor: Bruna Beber
Sinopse: Esta edição de bolso reúne os livros de uma das mais destacadas poetas da nova geração. Com apresentação de Eduardo Coelho. Romance em doze linhas e outros poemas reúne a obra poética da escritora fluminense -- com exceção de seu título mais recente, Veludo rouco (2023): A fila sem fim dos demônios descontentes (2006), Balés (2009), Rapapés & apupos (2012), Rua da padaria (2013) e Ladainha (2017). Na poesia de Bruna Beber, há ironia, verve, musicalidade, malícia e malandragem, além de memórias da infância na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, e observações sobre São Paulo, cidade para onde se mudou na vida adulta. Não raro, em um mesmo poema uma alegria escrachada se funde com uma melancolia profunda, em cenas em que o cotidiano convive com a mais selvagem das imaginações.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Romance em doze linhas e outros poemas”, de Bruna Beber, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2025 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 224
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535941436
ISBN13: 9788535941432
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
