
Título: Rostos - Ensaio de Antropologia
Autor: David Le Breton
Sinopse: Investigando, no decorrer dos séculos, os rostos na pintura e nos escritos filosóficos, David Le Breton elabora a história do rosto até a sua negação, a Shoá. Sem negligenciar o face a face nem o mau-olhado, as más- caras, os véus, as caretas, tampouco a cartografia criminal, ele acaba enfatizando os paradoxos da eminência do rosto, encaminhando-nos pelos atalhos opostos do belo e do feio, do desfigurado e do radioso. Ele circunscreve as meias-palavras a respeito do rosto ao apoiar-se na filosofia, na religião e na antropologia para conduzir-nos à derradeira reflexão, segundo a qual uma das características da violência simbólica implementada pelos racistas consiste, em primeiro lugar, na negação do rosto do outro.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Rostos – Ensaio de Antropologia”, de David Le Breton, publicado pela editora Editora Vozes, em 2019 e com 416 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Editora Vozes
Páginas: 416
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532660797
ISBN13: 9788532660794
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,450
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,70
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Vozes oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e acessibilidade, com foco em temas religiosos, filosóficos e sociais. A maior parte das obras dialoga com a tradição cristã, especialmente o catolicismo, abordando desde fundamentos teológicos e hermenêuticos até reflexões sobre espiritualidade e práticas pastorais. Além disso, o catálogo inclui textos que exploram a antropologia cultural, sociologia da religião e educação, com uma linguagem que varia entre o didático e o ensaístico, sempre com atenção ao contexto histórico e cultural. Há obras que propõem exercícios práticos, como vivências para o desenvolvimento pessoal, e outras que se dedicam à análise crítica e interdisciplinar, indicando um equilíbrio entre abordagens mais narrativas e outras mais informativas.
