
Título: Rush in the Dark: Common Powers #2
Autor: Lynn Lorenz
Sinopse: Brian Russell has watched his best friend find love and happiness with a hot young man, and now he wants some of that happiness for himself. While on a job, he meets Rush Weston, the cowboy of his wet dreams in a dark Houston alley. They begin a relationship, having hot phone sex during the week and even hotter dates on Friday nights. Rush has never had a relationship with a man, never gone on dates, never given his heart to anyone, just had anonymous encounters and a string of one-night stands. Both men have found "the one," but Rush won't leave his ranch. Not even for Brian. Brian's only choice is to give up on Rush, or give Rush time and hope he'll be brave enough to admit to everyone that he's gay so they can be together because Brian refuses to go back in the closet. Not even for Rush.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Rush in the Dark: Common Powers #2”, de Lynn Lorenz, publicado pela editora Loose Id, em 2008 e com 154 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loose Id
Páginas: 154
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1596327650
ISBN13: 9781596327658
Sobre a editora
Os livros da editora Loose Id convidam o leitor a mergulhar em narrativas marcadas por relações humanas intensas e conflitos emocionais profundos, muitas vezes em contextos contemporâneos com toques de fantasia ou suspense. As histórias apresentam personagens que enfrentam dilemas internos e externos, como o medo da rejeição, segredos do passado e desafios sociais, tudo isso permeado por um clima de tensão afetiva e desejo. O catálogo sugere uma preferência por enredos que exploram a complexidade das relações amorosas, frequentemente com múltiplos protagonistas e dinâmicas que oscilam entre o drama e momentos de leveza ou humor. O tom varia do íntimo e reflexivo ao erótico e provocativo, com ritmo que pode ser tanto intenso quanto contemplativo, dependendo da obra.
