
Título: Salt: A World History
Autor: Mark Kurlansky
Sinopse: “Kurlansky finds the world in a grain of salt.” - New York Times Book Review
An unlikely world history from the bestselling author of Cod and The Basque History of the World
Best-selling author Mark Kurlansky turns his attention to a common household item with a long and intriguing history: salt. The only rock we eat, salt has shaped civilization from the very beginning, and its story is a glittering, often surprising part of the history of humankind. A substance so valuable it served as currency, salt has influenced the establishment of trade routes and cities, provoked and financed wars, secured empires, and inspired revolutions. Populated by colorful characters and filled with an unending series of fascinating details, Salt is a supremely entertaining, multi-layered masterpiece.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Salt: A World History”, de Mark Kurlansky, publicado pela editora Penguin Books, em 2003 e com 496 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 496
Ano: 2003-01-28
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0142001619
ISBN13: 9780142001615
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
