
Título: SANTIAGO - FOGO
Autor: Felipe Chimicatti
Sinopse: O livro “Santiago — Fogo” reúne fotografias das Ilhas de Santiago e Fogo, no arquipélago de Cabo Verde, costa ocidental do continente africano. Capturadas em películas Super 8 (Fogo) e 35 mm (Santiago), as imagens têm sua motivação central na representação de um espaço transitório, de geografia efêmera e residual. O registro, feito em janeiro de 2014 pelos fotógrafos e documentaristas Felipe Chimicatti e Pedro Carvalho, ganhou novo significado após a erupção do vulcão do Fogo em novembro do mesmo ano, quando grande parte do território foi soterrada por toneladas de lava. “Santiago — Fogo” nos oferece o que a experiência da fotografia por vezes possibilita: aquilo que foi possível reter, ou o que resta do esquecimento. O livro tem texto de Clarisse Alvarenga.
Contexto da obra
Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “SANTIAGO – FOGO”, de Felipe Chimicatti, publicado pela editora Chão da Feira, em 2017 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.
Editora: Chão da Feira
Páginas: 96
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8566421159
ISBN13: 9788566421156
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora CHAO DA FEIRA oferecem uma experiência de leitura marcada pela reflexão filosófica e estética, frequentemente atravessada por imagens em movimento e pensamento. O catálogo privilegia obras que exploram a relação entre linguagem, corpo e sensibilidade, com textos que transitam entre o ensaio, a poesia e a performance, propondo uma leitura atenta ao ritmo e à materialidade da palavra. Há um interesse constante em temas como a transformação política do sensível, a comunicação entre espécies, e a tensão entre o visível e o invisível. O tom dos livros varia entre o contemplativo e o experimental, com narrativas que convidam o leitor a se posicionar entre as imagens e os conceitos, em um espaço aberto à fabulação e ao questionamento.
