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Self-Portrait in a Convex Mirror

Título: Self-Portrait in a Convex Mirror

Autor: John Ashbery, J. Ashberry

Sinopse: John Ashbery’s most renowned collection of poetry -- Winner of The Pulitzer Prize, the National Book Award, and the National Book Critics Circle Award  First released in 1975, Self-Portrait in a Convex Mirror is today regarded as one of the most important collections of poetry published in the last fifty years.  Not only in the title poem, which the critic John Russell  called “one of the finest long poems of our period,” but throughout the entire volume, Ashbery reaffirms the poetic power that made him an outstanding figure in contemporary literature.  These are poems “of breathtaking freshness and adventure in which dazzling orchestrations of language open up whole areas of consciousness no other American poet as ever begun to explore” (The New York Times).

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Self-Portrait in a Convex Mirror”, de John Ashbery, J. Ashberry, publicado pela editora Penguin Books, em 1990 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Penguin Books

Páginas: 96

Ano: 1990

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 9780140586688

ISBN13: 9780140586688

    Sobre a editora

    Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.

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