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Self Portraits: Stories

Título: Self Portraits: Stories

Autor: Osamu Dazai

Sinopse: The bad boy of Japanese letters offers 20 heavily autobiographical stories, primarily about the scandals that colored his abbreviated life. Born in 1909 to a wealthy family, the pseudonymous author, since "earliest childhood," was filled with "a horrible sense of dread at having such unmerited fortune." Convinced that he was "a child of bad karma and would die accordingly," he lived as a profligate, cajoling a monthly allowance from his family, indulging in a series of affairs that ended with double suicide attempts (which proved fatal to his partners), becoming addicted to morphine, drinking to excess--and all the while writing to critical acclaim. What makes Dazai's work so noteworthy is its confessional quality, particularly startling to his audience when he began publishing in 1933. His daring compensates for the defects here: like so many confessional writers, the author prides himself on his ability to wallow in remorse."To deceive others is to live in hell," he states, apparently feeling entitled to make this choice. Dazai and a lover killed themselves in 1948. Photos not seen by PW. (Amazon.com)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Self Portraits: Stories”, de Osamu Dazai, publicado pela editora Kodansha Amer Inc, em 1993 e com 230 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Kodansha Amer Inc

Páginas: 230

Ano: 1993

Edição:

Linguagem: inglês

ISBN: 4770016891

ISBN13: 9784770016898

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Osamu Dazai traz uma imersão em personagens marcados por uma profunda sensação de deslocamento e alienação, muitas vezes narrados em primeira pessoa com uma honestidade crua e quase desconcertante. O ritmo alterna entre momentos de humor ácido e um tom melancólico, criando uma tensão constante entre a busca por conexão humana e a incapacidade de encontrá-la. O foco está na fragilidade emocional e nas contradições internas, onde o narrador frequentemente se apresenta como um fracasso, mas também como alguém que observa o mundo com ironia e sensibilidade. A prosa pode variar entre o lírico e o seco, mas mantém uma densidade que convida à reflexão sobre o sentido da existência e as máscaras sociais. Essa experiência de leitura deixa no leitor uma pergunta inquietante sobre o que significa ser humano em meio a um mundo que parece rejeitá-lo.

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