
Título: SEXO SAGRADO
Autor: Paulo Abe
Sinopse: Trata-se de um romance em camadas: na primeira, temos as relações sexuais; na segunda, a purgação da infância; na terceira, o embate com o destino que leva o protagonista Dante, legista que aproveita a vida sem regras, a revisitar o sentido de seus atos. Inferno e purgatório sem sinal de paraíso. Sexo sagrado aborda os ciclos, especialmente aqueles em que o desejo toma para si o território humano. Mas não é dele, do desejo, a gerência dos ciclos. Neste livro, quem coordena o começo, o meio, o fim e o ciclo circadiano da alma é a vida bruta – alheia a toda expectativa humana. Utilizando a filosofia e a teologia como faróis, Paulo Abe investiga as consequências de um abandono seminal e nos entrega uma leitura repleta de inquietações que só alguém que domina o pensamento em cena pode oferecer.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “SEXO SAGRADO”, de Paulo Abe, publicado pela editora OITO E MEIO, em 2018 e com 143 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: OITO E MEIO
Páginas: 143
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788555470530
Sobre a editora
Os livros da editora Oito e Meio costumam explorar territórios literários densos, onde a linguagem é trabalhada com cuidado e inventividade, seja em narrativas que misturam contos e romances ou em textos que transitam entre o poético e o político. O catálogo privilegia histórias que abordam conflitos sociais profundos, como desigualdade e violência, mas também o cotidiano íntimo e as tensões das relações humanas, especialmente sob perspectivas femininas e urbanas. A leitura frequentemente exige atenção ao ritmo e ao tom, que podem variar do humor ácido ao lirismo melancólico, passando por um humor negro e por experimentações formais que desafiam o leitor. A presença de narradores que se deslocam entre o real e o surreal, ou que adotam vozes fragmentadas e polifônicas, é recorrente, criando uma experiência de leitura que combina inquietação e reflexão.
