
Título: Shangri-La Frontier 11
Autor: Ryosuke Fuji
Sinopse: A fast-paced, irreverent adventure for fans of isekai and RPGs! High schooler Rakuro loves hunting down "trash games," but one day he decides to play a AAA VR game called Shangri-La Frontier instead. He creates a character with a bird head, skips the cutscenes and jumps right in--but what awaits him in this game is different from anything he's ever faced...
INTO THE ABYSS
Sunraku's impromptu party managed to barely defeat Lycagon...or not. The hard-fought victory ended up being bittersweet as it was revealed that the crazy tough boss was merely Lycagon's shadow. However, a win is a win, and Sunraku is on to the next adventure. After making it to Fifticia, Sunraku meets up with Rust and Mordo, who provide the promised information about a unique scenario. Sunraku, along with some unexpected guests, begin the hunt for a new colossus, Ctarnidd of the Abyss!
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Shangri-La Frontier 11”, de Ryosuke Fuji, publicado pela editora Kodansha Comics, em 2024 e com 192 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Kodansha Comics
Páginas: 192
Ano: 2024-04-30
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 1646519493
ISBN13: 9781646519491
Sobre a editora
Os livros da editora Kodansha Comics apresentam um universo narrativo que transita entre romances colegiais, dramas pessoais e aventuras fantásticas, quase sempre com personagens jovens em momentos decisivos de suas vidas. O catálogo revela uma predileção por histórias que exploram sentimentos complexos como o amor, a amizade e a descoberta da identidade, muitas vezes ambientadas em escolas ou mundos alternativos. O ritmo das narrativas varia entre o leve e o tenso, com toques de humor e momentos de introspecção. Há obras que combinam elementos de fantasia urbana, suspense e até esportes, sugerindo um equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras que trazem um tom mais dinâmico e visual.
