
Título: Sherlock Holmes e Einstein: no Caso dos Cientistas Assassinados
Autor: ALEXIS LECAYE
Sinopse: Uma série de assassinatos envolvendo cientistas e o princípio do movimento perpétuo desafia a lógica e os instintos de Sherlock Holmes e Watson nesse romance policial. A arma do crime - uma máquina infernal. A motivação - desconhecida. Ao investigar a morte de Herr Gruz em Berna, Watson conhece um clube secretíssimo chamado Perpetuum Mobile e entra em uma engrenagem de personagens e experimentos inusitados. E enquanto ele passa por maus bocados depois de ter ingerido uma beberagem muito suspeita, Sherlock Holmes é seqüestrado por um grupo de bolcheviques exilados, perseguido por uma sufragista socialista e acaba se ligando a um desconhecido chamado Albert Einstein.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Sherlock Holmes e Einstein: no Caso dos Cientistas Assassinados”, de ALEXIS LECAYE, publicado pela editora ZAHAR, em 2003 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: ZAHAR
Páginas: 256
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571107548
ISBN13: 9788571107540
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
