
Título: Sir Gauchelot e a Espada do Rei – 2
Autor: Martyn Beardsley
Sinopse: Sir Gauchelot é um cavaleiro da corte do rei Artur, mas ninguém diria. Ao invés de ser conhecido por feitos heróicos, como salvar princesas e defender a Inglaterra, ficou marcado pela alcunha de "o pior cavaleiro do mundo". De tão atrapalhado, foi descrito pela revista Fuças como "um cavaleiro que, num duelo, era bem capaz de decepar o próprio pé com a espada". Se comparado a sir Lancelot, sir Gwain e outros, ele não parece especialmente hábil e rápido. No entanto é o mais fiel de todos. Após ter recuperado a bela rainha Guinevere, seqüestrada por uma temível bruxa que enganou os cavaleiros da Távola Redonda, ele agora dá um jeito de resgatar a espada Excalibur, tomada do rei por sir Rudyard, o Asqueroso. No segundo volume da série que trata as histórias do rei Artur e de seus cavaleiros com leveza e comicidade, mais um caso de vida ou morte muito bem resolvido pelo charmoso cavaleiro, que tem a sua melhor camisa manchada de iogurte de morango.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sir Gauchelot e a Espada do Rei – 2”, de Martyn Beardsley, publicado pela editora Cia. das Letras, em 2004 e com 107 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cia. das Letras
Páginas: 107
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora CIA. DAS LETRAS apresentam uma variedade que vai da narrativa ficcional à análise histórica e cultural, com um tom que ora privilegia o imaginativo, ora o didático. Muitas obras exploram mitos, lendas e histórias antigas com uma linguagem acessível, aproximando o leitor de universos como a antiguidade clássica, a Idade Média e tradições populares, enquanto outras se dedicam a temas contemporâneos como política, esportes e sexualidade com uma abordagem direta e informativa. O catálogo indica uma atenção especial a textos que combinam pesquisa rigorosa com narrativa fluida, além de obras que dialogam com públicos jovens e adultos, mesclando fantasia, história e ensaio.
