
Título: Só vale a pena se houver encanto
Autor: André Giusti
Sinopse: “Em ‘Só vale a pena se houver encanto’, André Giusti nos conduz pelo olhar de Alessandro Romani, um jornalista que, em meio a crises e cortes de verba, vê seu mundo virar de cabeça para baixo. Ao trocar o Rio de Janeiro — tradicionalmente o grande palco do jornalismo — por Brasília, Alessandro se depara com o coração dos eventos que marcaram a última década. É aí, no centro do poder, que ele testemunha o esfacelamento não apenas da verdade e da imparcialidade, mas também dos homens que tentam, desesperadamente, preservar sua integridade em um cenário de desencanto. Mais do que a trajetória de um jornalista, este romance é um retrato de uma geração inteira, que, diante de um futuro sempre prometido e nunca cumprido, precisa lidar com o vazio que ficou para trás. Giusti constrói uma narrativa crua e provocativa sobre as desilusões do nosso tempo, enquanto nos desafia a refletir sobre a fragilidade das certezas e a dureza da realidade." DÉBORA FERRAZ, escritora.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Só vale a pena se houver encanto”, de André Giusti, publicado pela editora Caos & letras, em 2025 e com 360 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Caos & letras
Páginas: 360
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6580804416
ISBN13: 9786580804412
Sobre a editora
Os livros da editora Caos & letras costumam mergulhar em narrativas densas e reflexivas, onde personagens enfrentam conflitos internos e sociais profundos. A experiência de leitura frequentemente envolve um tom intimista, com foco em questões contemporâneas como identidade, relações familiares e desafios pessoais, muitas vezes ambientados em cenários urbanos ou periféricos. A linguagem pode variar entre o poético e o direto, com obras que transitam entre a prosa breve e a experimentação formal, como a mistura de poesia e narrativa. O ritmo tende a ser contemplativo, convidando o leitor a um envolvimento cuidadoso com os detalhes e as emoções dos personagens.
