
Título: Sobre A Evolucao Do Conceito De Campesinato
Autor: Eduardo Sevilla Guzmán
Sinopse: Nesta obra, o leitor encontra ferramentas teóricas que possibilitam enfrentar a ofensiva neoliberal que, da academia e da prática política, apresenta como inevitável a evolução da agricultura familiar ao agronegócio no contexto da agricultura industrializada em sua atual versão transgênica. Seu contraponto, fundamentado na História, recupera o conceito de campesinato e confirma seu modo de ser e de viver nas diferentes formas de sociedade. Ao recuperar o conceito de camponês – uma questão estratégica para o debate com o pensamento neoliberal e ortodoxo – recupera a importância do papel histórico do campesinato, fundamental para a democratização da terra e da riqueza no campo.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Sobre A Evolucao Do Conceito De Campesinato”, de Eduardo Sevilla Guzmán, publicado pela editora Expressão Popular, em 2000 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Expressão Popular
Páginas: 96
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8587394835
ISBN13: 9788587394835
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,123
- Altura (cm): 14,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
Os livros da editora Expressão Popular costumam oferecer uma leitura densa e crítica, que mescla política, história e teoria social com uma linguagem acessível e didática. O catálogo privilegia narrativas que exploram a militância, as lutas sociais e o pensamento marxista, muitas vezes apresentando análises históricas detalhadas e debates sobre o papel das classes trabalhadoras, movimentos populares e a educação. A experiência de leitura envolve tanto textos biográficos e históricos quanto reflexões teóricas que dialogam com os desafios contemporâneos, sempre com um tom engajado e comprometido. A diversidade do catálogo pode ser percebida na coexistência de obras mais narrativas, como relatos de militantes e biografias, e outras mais informativas e analíticas, como estudos sobre imperialismo, educação e economia política.
