
Título: Sobre o abismo de nossas perdas
Autor: Ricardo Luiz Cruz
Sinopse: Rio de janeiro, últimos dias de junho de 2019. Henrique é professor de comunicação social de uma universidade particular localizada na Zona Sul da cidade. Tem quarenta anos, está solteiro e não tem filhos. Frente ao vazio do seu apartamento, vê refletida a ausência de Estela, uma ex-namorada que se mudou, no começo do ano, para Portugal. Junto de Beto e Carlos, seus dois grandes amigos de infância que, como ele, cresceram em São Paulo e foram morar no Rio, busca encontrar sentido em um presente marcado por perdas afetivas, políticas e na forma de viver. Na mesa de um bar, olhando o celular, saindo da sala de aula ou andando pelas ruas da cidade que tanto ama, a saudade de Estela se mistura com a de momentos em que se sentia mais completo. Entre goles de cerveja, vídeos aleatórios, a apatia do trabalho e encontros casuais com outras mulheres, Estela informa a Henrique que chegará sábado no Rio. Passado e presente vão se alternando ao longo de uma semana da vida de Henrique que, como as demais pessoas ao seu redor, procura se encontrar em um mundo em ruínas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Sobre o abismo de nossas perdas”, de Ricardo Luiz Cruz, publicado pela editora Urutau, em 2025 e com 92 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Urutau
Páginas: 92
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6559009319
ISBN13: 9786559009312
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora Urutau revela um mergulho em textos densos, que transitam entre a poesia e a prosa, com forte presença de temas como a condição humana, relações afetivas complexas e a busca por sentidos em ambientes cotidianos ou simbólicos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tensões internas, seja na intimidade da vida familiar, na investigação de mistérios urbanos ou na reflexão sobre identidades e memórias. A linguagem costuma ser elaborada, ora poética e simbólica, ora marcada por uma crueza direta, convidando o leitor a uma leitura atenta e contemplativa. Há obras que dialogam com o corpo, o desejo e a palavra, enquanto outras se apoiam em personagens femininas que desafiam estereótipos e enfrentam conflitos profundos.
