
Título: Sobre o Espirito e a Letra da Filosofia
Autor: Johann Gottlieb Fichte
Sinopse: A história do manuscrito de Fichte - Sobre o espírito e a letra na filosfia - tem origem em 1794, quando Schiller, junto a outras mentes importantes, decidiu fundar uma 'sociedade de iluestres sábios' (Celebrten). Seu objetivo era publicar um periódico mensal chamado As Horas (Die Horen) buscando contribuições as mais abrangentes, desde textos filosóficos e históricos até poemas e pequenos contos. Todos os textos de Fichte deste livro possuem alguma relação com o tema da disputa das Horas, a chamada Horenstreit, procurando esclarecer desde suas causas até suas prováveis consequências. Mais do que uma mera curiosidade biográfica, essa disputa trouxe para a ordem do dia um dos temas mais candentes de todo aquele período do final do século XVIII: a relação entre arte e filosofia.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Sobre o Espirito e a Letra da Filosofia”, de Johann Gottlieb Fichte, publicado pela editora IMESP, em 2014 e com 348 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: IMESP
Páginas: 348
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8540101238
ISBN13: 9788540101234
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora IMESP costumam apresentar uma leitura que mescla história, cultura e artes sob perspectivas detalhadas e documentais. A experiência de leitura frequentemente envolve narrativas que exploram trajetórias históricas, biográficas e culturais com atenção a contextos sociais e políticos, muitas vezes com um tom analítico e reflexivo. O catálogo sugere um foco em obras que dialogam com temas paulistas, memórias pessoais, artes plásticas e movimentos culturais, além de relatos que aproximam o leitor de processos históricos complexos, como a formação do Estado e a atuação de instituições públicas. Há também obras que valorizam a oralidade e o registro documental, conferindo um ritmo que pode oscilar entre o didático e o mais narrativo, dependendo do enfoque adotado.
